O vale refeição é o quarto benefício mais valorizado pelo trabalhador brasileiro em uma oferta de emprego. Isso é o que diz uma pesquisa da Catho, uma das maiores plataformas de vagas no país.

Segundo a mesma pesquisa, do ponto de vista das empresas, o vale refeição é o terceiro mais importante ― ficando atrás apenas do vale-transporte e da assistência médica.

Figurar entre os benefícios corporativos mais desejados mostra a importância que o vale refeição tem para o colaborador, afinal, permite que ele faça suas refeições no intervalo intrajornada.

Mas alguns gestores têm dúvidas sobre como escolher esse benefício e se, de alguma forma, pode ser adaptado para novas modalidades de trabalho ― como o home office.

Para ajudá-lo, preparamos este artigo com as principais informações sobre o vale refeição. Descubra o que diz a lei, veja a diferença entre ele e o vale-alimentação, além de saber como funciona sua modalidade digital. Confira!

O que é vale refeição?

O vale refeição é o benefício oferecido pelas empresas para que os colaboradores possam se alimentar corretamente no intervalo intrajornada, que pode ser a hora do almoço, jantar ou café da manhã.

O intervalo intrajornada é um direito trabalhista para funcionários contratados sob o regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

Concedido como pausa durante uma jornada, é mais conhecido como “hora do almoço” ― por causa da grande quantidade de trabalhadores que têm esse intervalo entre meio-dia e 14 horas.

A legislação trabalhista prevê que os colaboradores que possuem uma jornada de trabalho diária entre 4 e 6 horas, têm um intervalo de 15 minutos.

Já os que atuam por 8 horas podem pausar por, no mínimo, 1 hora. É esse o momento ideal para o trabalhador se alimentar.

Uma alimentação correta e saudável melhora a concentração durante as atividades, ajuda a memória a reter mais informações, reduz faltas e afastamentos por doença, mantém o bem-estar físico e mental e alavanca a produtividade.

Para que o trabalhador não utilize o próprio salário para se alimentar, o vale refeição possui uma quantidade predeterminada de créditos que podem ser gastos em restaurantes, padarias, bares e lanchonetes.

Existe diferença entre vale refeição e vale-alimentação?

Sim, pois o vale-alimentação é outro benefício, complementar ao vale-refeição. É utilizado em mercearias, supermercados e atacadistas e seu objetivo é melhorar a qualidade dos alimentos consumidos em casa, para toda a família.

O vale refeição dá ao trabalhador  um momento de alimentação e pode tornar mais agradável sua pausa.

Esses benefícios são verdadeiros incentivos para os colaboradores, pois contribuem para que sobre uma quantia ao final de cada mês! No caso do vale refeição, o valor mensal deve ser utilizado em estabelecimentos que oferecem refeições prontas. Já o vale-alimentação é específico para a aquisição de ingredientes e insumos.

Muitos gestores, entretanto, ficam em dúvida sobre qual benefício escolher. Como o vale-refeição estimula a pausa para alimentação em estabelecimentos alimentícios, o colaborador ganha um momento de descanso e descontração fora desse ambiente.

Outro ponto importante é que esse benefício estimula refeições coletivas, promovendo a interação entre os membros da equipe. O colaborador ainda pode escolher onde e o que almoçará ou lanchará ― variando o cardápio.

Como funciona o vale refeição?

Antes de explicar o funcionamento do vale refeição, destacamos que esse benefício não é uma obrigação legal do empregador, a menos que esteja previsto na convenção coletiva ou contrato de trabalho.

Quando é concedido, a empresa tem duas opções:

  1. Descontar um valor de, no máximo, 20% do salário do trabalhador;

2. Não efetuar descontos e entender que o benefício passa a ter natureza salarial perante os efeitos legais, ou seja, requer o pagamento das obrigações tributárias e verbas trabalhistas.

Sendo assim, quando o desconto é apenas um valor simbólico, o vale-refeição deixa de ser incorporado ao salário para todo e qualquer efeito legal. Outro ponto importante é a forma de pagamento do benefício. O vale-refeição pode ser pago em dinheiro, mas essa prática não se converte em benefícios para a organização. E a principal desvantagem é a não possibilidade de se cadastrar no Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT).

Programa de Alimentação do Trabalhador

Nas últimas décadas, surgiram diversas leis com o objetivo de garantir a qualidade de vida e bem-estar dos trabalhadores.

Dentre elas, está o PAT ― criado em 1976 para assegurar a saúde nutricional dos profissionais.

Todas as empresas que aderem ao programa têm direito a isenção de encargos sociais (INSS e FGTS) sobre o valor do benefício. Se a declaração do Imposto de Renda é feita pelo lucro real, ainda pode contar com dedução por refeição concedida.

Sendo assim, pagar o vale refeição em dinheiro não é uma boa ideia!

O pagamento do benefício em cartão ou vale-refeição digital são opções viáveis e rentáveis para a companhia, pois permitem sua participação no Programa de Alimentação do Trabalhador.

Outra vantagem do vale-refeição digital e em cartão é que são mais facilmente administrados ― tanto pela corporação quanto pelo colaborador.

Qual valor devo estipular para o vale refeição?

Essa é uma questão que precisa ser analisada com bastante cautela, pois não há uma determinação para tal. A empresa deve chegar ao valor do vale-refeição a partir dos seguintes pontos:

Mesmo na modalidade de trabalho home-office, o trabalhador é beneficiado com o direito do vale-refeição.

·       Suas possibilidades financeiras;

·       Taxas das operadoras;

·       Média do custo de alimentação na região.

Destacamos, entretanto, que alguns sindicatos e categorias de trabalhadores determinam, em acordos e convenções coletivas, o mínimo que deve ser pago.

Como fica o vale refeição para colaboradores que trabalham remotamente?

Até o momento tratamos da questão do vale-refeição para os profissionais que atuam presencialmente em escritórios, fábricas, lojas e outros negócios.

No entanto, precisamos considerar a questão dos colaboradores que fazem home office!

Em 2011, o artigo 6º da CLT foi alterado para equiparar os direitos de quem trabalha em casa aqueles que atuam de modo presencial.

Por esse motivo, eles têm direito aos mesmos benefícios que os demais ― inclusive o vale-refeição. Alguns gestores, entretanto, consideram que o vale-alimentação, nesse caso, é mais adequado à realidade do trabalhador. Uma vez que está em casa, pode preparar suas refeições! Mas esse pensamento não considera, por exemplo, o tempo gasto para o preparo dos alimentos. Quando é colocado nessa situação, o colaborador se vê diante do desafio de cozinhar diariamente ou separar um tempo para fazer as refeições e congelá-las.

Devemos observar ainda outro aspecto importante, que é a oferta de estabelecimentos que estejam próximos à residência do trabalhador. Achou complexo? Não é tanto, acredite!

Uma nova modalidade desse benefício, mais flexível, surgiu: o vale-refeição digital. Ao invés de se deslocar até o restaurante, o colaborador pode solicitar a entrega do prato em sua casa ― eliminando a necessidade de cozinhar.

O vale refeição digital também oferece uma experiência positiva para os trabalhadores que atuam em espaços de coworking ou estão alocados em clientes. 

O iFood Refeição funciona dessa maneira! Com os avanços da tecnologia, sua empresa já não precisa enfrentar os mesmos modelos burocráticos de benefícios. Por isso, iFood Refeição descomplica e auxilia seu negócio a se adequar a novos hábitos e necessidades!

Esse vale refeição digital dispensa a emissão e o envio de cartões ― economizando insumos e despesas com transporte. Contribui para uma economia inteligente, pois seu custo é zero e não há cobrança de taxas. Pague somente o valor do benefício! Outra vantagem é a gestão on-line.

Por meio da plataforma de iFood Refeição, você tem acesso a diversas informações que são disponibilizadas em relatórios fáceis de personalizar ― aumentando sua capacidade de decidir baseado em fatos. Para completar, o vale-refeição digital é um benefício regulamentado e permite o cadastro da sua empresa no Programa de Alimentação do Trabalhador!

Como encontrar a opção ideal de vale-refeição para o meu negócio?

Listamos a seguir os fatores que devem ser considerados para escolher a melhor opção de vale refeição para sua empresa:

Faça uma pesquisa entre os seus colaboradores

Questione-os sobre o que esperam desse benefício corporativo. Os que fazem home office ou que estão em unidades distantes de restaurantes, por exemplo, podem desejar que a refeição seja entregue na empresa.

Verifique a rede de cobertura do fornecedor

É essencial que o vale-refeição escolhido tenha uma excelente rede de cobertura, pois isso possibilitará aos colaboradores mais ofertas no momento que desejarem fazer suas pausas para comer.

Confira se as taxas cobradas estão de acordo com a média

Cuidado para não se convencer de que uma rede mais ampla tem relação direta com a quantidade e o valor de taxas que são cobradas. Há opções completas, como iFood Refeição, que não cobram valores das empresas.

Conheça as vantagens oferecidas por cada vale-refeição

É importante que o vale refeição seja vantajoso para todos, ou seja, colaboradores e organização.

Precisa ser fácil para que o trabalhador utilize e prático para a sua gestão, afinal, a gestão desse benefício não pode se tornar uma tarefa burocrática.

Por que devo considerar benefícios flexíveis?

Vivemos em uma era na qual é reconhecida a heterogeneidade da população. 

Somos seres humanos, porém que não são iguais. A diversidade forma a sociedade e é refletida nos quadros das empresas.

As empresas da atualidade deve se preparar para os novos desafios, pois são eles que trarão seu crescimento.

Se, em um passado não tão distante, todos trabalhavam no escritório da companhia, hoje uma parte ou a totalidade está em casa. Há empresas que, em meio à pandemia, decidiram manter seus colaboradores em home office por tempo indeterminado. Não faz sentido, portanto, deixar de adaptar os benefícios corporativos oferecidos à nova realidade.

Os benefícios são um fator importante na relação empregador-funcionário. Em nossa cultura, conseguem ser tão relevantes quanto salário ― a ponto de uma vaga ser mais desejada ou não pelo pacote oferecido. Ao estabelecer exatamente o que seus colaboradores receberão, sua empresa desconsidera as necessidades individuais ― muitas vezes impostas pelo trabalho que é realizado.

Benefícios flexíveis formam um pacote mais amplo e diversificado, incluindo opções não tradicionais. É o caso do vale-refeição, que pode permanecer como cartão para quem atua no escritório e ser digital para os colaboradores remotos. Outro exemplo é o vale-combustível. Se o profissional não utiliza o carro, pode optar por outro benefício.

Dentre as vantagens que os benefícios flexíveis trazem, destacamos:

  •  Cada trabalhador escolhe aqueles que suprem suas necessidades.
  •   Proporciona maior satisfação entre os colaboradores, principalmente os mais jovens, pois eles tendem a ficar mais felizes com as escolhas feitas.
  • O aumento na motivação impacta positivamente na produtividade da equipe.
  • Por meio de um acompanhamento das escolhas feitas, a área de Recursos Humanos pode desenhar novas estratégias para reduzir custos.
  • Reproduz um comportamento global.

Para implementar os benefícios flexíveis, o primeiro passo é saber o que os colaboradores desejam. Descubra os interesses de cada faixa salarial!

O desafio será montar pacotes com valores equivalentes, o que pode ser resolvido por meio de um sistema de pontos. Cada trabalhador determinará seus benefícios, desde que a pontuação deles não ultrapasse um limite pré-estabelecido pela companhia.

No caso dos benefícios que não têm custo, como o vale refeição digital iFood, a troca do modo tradicional por um mais inovador é menos trabalhosa e representa uma economia importante para a organização.

Quer saber como funciona o benefício corporativo iFood Refeição? Acesse a nossa página e fale com um consultor!

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Por: Fernanda Capella

Coordenadora de Marketing de Conteúdo, copywriter, especialista em conteúdo de performance e comunicação. Amante de tecnologia, negócios, café e gastronomia.

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