Você sabe o que é salário emocional? Trata-se de uma remuneração que tem a ver com a satisfação de uma pessoa com o seu trabalho. Ele tem sido visto com mais frequência pelas empresas e avaliado pelos profissionais de RH.

Obviamente, o salário é um fator importante para uma pessoa escolher se candidatar para uma vaga de emprego. Porém, a quantidade de benefícios oferecidos também influencia na decisão, tornando-se parte do salário emocional. 

O que é salário emocional?

O conceito foi criado a partir da sigla FIB – Felicidade Interna Bruta, um indicador de desenvolvimento praticado no Butão. Ele tem como objetivo medir o avanço da humanidade, contando conceitos emocionais em vez de econômicos.

Aplicando isso no lado corporativo, podemos dizer que o salário emocional é um conjunto de benefícios oferecidos por uma empresa, servindo como fator predominante para incentivar e motivar os colaboradores.

É importante ressaltar que benefícios “emocionais” nada têm a ver com aqueles que a empresa deve pagar por Lei. Em vez disso, estão associados com os valores motivacionais, um diferencial que fará com que os colaboradores se empenhem cada vez mais em seu trabalho. 

Além da motivação, a iniciativa de praticar o salário emocional nas empresas precisa estar diretamente ligada a fatores como: 

De quem é a responsabilidade de promover todas essas questões positivas sobre o salário emocional nas empresas? A área de Gestão de Pessoas deve promover o bem-estar, respeito e a motivação dos colaboradores em uma empresa.

Qual a importância dele para recrutamento e retenção de talentos?

O conjunto de fatores subjetivos que estão inclusos no salário emocional são maiores do que a gente imagina. Além disso, são extremamente importantes para que um colaborador queira permanecer na empresa.

Uma pesquisa realizada em 2018 por um dos maiores portais de emprego do mundo, o Love Mondays, revelou que cerca de 70% dos brasileiros estavam dispostos a sair de seus empregos. Diferentemente do que muitos possam pensar, o motivo não era o salário! 

  • 29,6% disseram estar em busca de um trabalho mais alinhado com o seu propósito de vida;
  • 28,9% relataram ter a sensação de poucas oportunidades de crescimento na empresa;
  • o restante apontou a liderança como um fator predominante, seguido de baixa qualidade de vida e ambiente organizacional ruim;
  • apenas 18,4% manifestaram interesse em continuar no emprego atual, indicando a remuneração e benefícios oferecidos como motivação.

Apesar do lado financeiro ser um fator que pesa na vida do colaborador, não é o único que importa. A parte subjetiva pode ser determinante para que o funcionário se desmotive pela empresa e peça demissão ou não exerça as suas atividades com o mesmo entusiasmo.  

Nesse sentido, a equipe gestora deve buscar maneiras de entender como está o emocional dos colaboradores. É importante que exista um espaço seguro para que falem como se sentem e quais os seus objetivos de vida e carreira, criando um ambiente organizacional acolhedor e engajado.

Como medir a eficiência do salário emocional?

De acordo com Marisa Elizundia, especialista criadora da ferramenta online capaz de medir os benefícios subjetivos que os colaboradores possuem em uma empresa, alguns pontos-chave podem mensurar a eficiência do salário emocional:  

  • autonomia: a liberdade que os colaboradores possuem de administrar os seus próprios projetos; 
  • pertencimento: é aquele senso de fazer parte de algo maior, uma equipe por quem vale a pena se empenhar;
  • criatividade: a capacidade de aplicá-la em qualquer atividade empresarial; 
  • plano de carreira: a possibilidade de crescimento profissional na empresa a curto, médio e longo prazo;
  • prazer e inspiração: ter momentos de curtir o seu emprego e trazer inspiração para criar novas soluções para os problemas; 
  • ter um propósito: é quando o indivíduo tem a sensação de que o seu trabalho contribui positivamente para os seus objetivos pessoais e profissionais, pois ele sabe exatamente o que fazer e como isso impacta na vida de outros parceiros na equipe.  

Por meio desses pontos aliados à gestão estratégica de pessoas dentro das empresas, é possível entender como os colaboradores se comportam e quais os resultados obtidos dessa prática. 

Os gestores e líderes da empresa precisam estar cientes desses pontos e de como adaptá-los na realidade organizacional das equipes: como começar a praticar e o que fazer para que os colaboradores sejam engajados com o processo. 

Veja alguns exemplos de salário emocional 

Vamos para a parte prática e conhecer os principais exemplos de salário emocional e a importância deles:

1- flexibilidade de horário: o colaborador cumpre normalmente as suas obrigações profissionais, mas pode cumpri-las em horários flexíveis. Para os colaboradores que têm filhos, essa flexibilidade é um diferencial importante no processo;

2- oferecer treinamentos, cursos e workshops: são ferramentas importantes para o crescimento profissional dos colaboradores;

3- auxílio-creche: benefício que tranquiliza aqueles que não têm com quem deixar as crianças, deixando-os mais produtivos; 

4- espaços de lazer: são espaços dedicados ao bem-estar e lazer dos colaboradores dentro da empresa;

5- benefícios: podemos citar vale-refeição, vale-alimentação, planos de saúde e odontológico, vale-cultura, auxílio-creche e bolsas de estudo, sendo os benefícios mais atraentes em uma organização. 

Quando se fala em benefícios aos colaboradores, precisamos falar sobre o iFood empresas, que oferece vale-alimentação, vale-refeição e iFood Card aos colaboradores de organizações parceiras, aquelas que enxergam a oportunidade de valorizar os seus colaboradores, e isso faz parte do salário emocional.
Com esses benefícios, os funcionários ficarão muito mais satisfeitos e as empresas estarão investindo em produtos de qualidade e que agregam valor ao salário emocional de sua equipe! Clique aqui e saiba como a sua empresa pode fazer parte desses resultados!

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Por: iFood Benefícios

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