O mercado está constantemente apresentando novas soluções e inovações de economia para as empresas. Por isso, formas alternativas de trabalhos surgem para se comunicar melhor com essa mudança. E isso é um exemplo da tendência GIG economy!

O que significa o termo GIG economy?

Com a era digital e os novos meios de consumo, principalmente da geração atual, o mercado viu necessidade de evoluir nesse aspecto. As formas de compras agora são online e virtuais, através dos aplicativos e redes sociais. E mesmo quando há uma compra física, a busca pelas informações da marca começam no digital. 

Por isso, a GIG economy surgiu! Ela consiste em uma forma alternativa de trabalho, como, por exemplo, empregos temporários, freelancers, profissionais autônomos e prestadores de serviços, igual os colaboradores do iFood. 

Esse novo modelo de economia é fruto da flexibilidade. As pessoas estão cada vez mais buscando trabalhar fora dos escritórios para conduzirem suas carreiras. É uma maneira de estabelecerem seus horários, o local de trabalho, os serviços que aceitam e toda a forma que vivem. 

Além disso, diversas pessoas conseguem fazer uma renda extra e até se manter integralmente nesse modelo de trabalho. A possibilidade de poder ter fluidez e não seguir apenas uma área profissional, também é outro motivo para escolher esse caminho. Por isso, o que resume a GIG economy é liberdade!

Panorama do GIG economy no Brasil

Por haver essa mudança comportamental no mundo inteiro, a economia brasileira também foi afetada, e o mercado correspondeu. Como resultado, entre 2016 e 2020, o crescimento da GIG economy aumentou 60% no Brasil.

Segundo a pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), isso foi reflexo, principalmente, do gigantesco número de apps prestadores de serviço. Essas plataformas de aplicativos, atualmente, empregam cerca de 1,4 milhão de brasileiros. 

Isso porque, as pessoas procuram prestar serviços de curto prazo justamente por conta do avanço tecnológico e da garantia de trabalho. E com os aplicativos, é possível ter um trabalho que oferece segurança e fonte de renda confiável. 

Além disso, a crise econômica causada pela pandemia da Covid-19 também influenciou para que houvesse uma maior procura para esse tipo de prestação de serviços. E esses fatos influenciaram tanto brasileiros como empresas. Cada vez mais, as corporações estão buscando serviços que sejam flexíveis e com custo benefício. 

A prova disso são os milhares de aplicativos de diversos setores que estão investindo fortemente na GIG economy. A inovação no mercado gera maior procura de empreendedores prontos para criar novas empresas e equilibrar a competitividade nas áreas. 

Com essas vantagens, todos conseguem ter mais qualidade de vida no trabalho e ajudar a estabilizar a economia nacional e empresarial novamente. Por isso, a pesquisa do Ipea conclui que o crescimento e procura da GIG economy é contínuo, sendo a principal tendência tecnológica do mercado atual.

GIG economy X Contrato de trabalho: Entenda a relação

Visto a potência da GIG economy no mercado nacional, é importante abordar sobre a contratação de pessoas e meios trabalhistas dessa alternativa. Pela modalidade de trabalho possibilitar o contato direto de empresas e possíveis prestadores de serviço, não é feito um vínculo formal de emprego. 

Sendo assim, os pagamentos de direitos trabalhistas, como férias, décimo terceiro, descanso semanal remunerado e previdenciários, não ocorrem. Isso torna muitos trabalhadores reféns das plataformas, minando a liberdade que a GIG economy tanto oferece. 

Por consequência também de não haver vínculo empregatício e controle legal da função, essas pessoas muitas vezes desrespeitam os limites da jornada de trabalho. Assim como mantém a produtividade em alta, afetando seus intervalos de alimentação e descanso. 

Tudo isso para que ganhem mais dinheiro na esperança de conseguirem tirar um descanso semanal ou até férias. 

Dessa forma, a saúde física e, principalmente, emocional é prejudicada. O sentimento de não pertencimento à empresa, a instabilidade na quantidade de horas de jornada, e a falta de direitos trabalhistas são os maiores riscos da GIG economy. Por isso, é tão urgente e necessário falar sobre saúde mental no trabalho e psicologia positiva

Mas a previsão é que no futuro haja uma maior regularização, fiscalização e legislação para essa prática. E a razão disso é a crescente e contínua tendência dessa modalidade. 

Há possibilidade, inclusive, de alcançar uma porcentagem semelhante à dos contratos de trabalho feitos através da CLT. Assim, a esperança é que, em breve, possa existir uma melhor qualidade na jornada de trabalho dos prestadores de serviço. 

Exemplos dessa modalidade na prática

Como foi visto, a GIG economy engloba os empregos temporários, freelancers, profissionais autônomos e prestadores de serviços. Mas conforme o  Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, esta última opção possui a maior demanda. E em segundo lugar, as plataformas de freelancers apresentam destaque. 

Os principais exemplos que se encontram para os prestadores de serviço são nas áreas de hospedagem, transporte, e claro, delivery. Isso ocorre porque há uma enorme demanda nesses setores do mercado. E então, os preços acessíveis que esses aplicativos oferecem geram uma grande vantagem competitiva.

Já as plataformas de freelancers crescem por consequência da geolocalização. A falta de profissionais qualificados em determinadas regiões faz com que empresas e marcas busquem serviços de maneira online. E isso acontece tanto para trabalhos operacionais como para criativos.  

Então, mesmo havendo alguns riscos para os prestadores de serviço, a GIG economy ainda se mantém uma excelente opção para quem procura ter flexibilidade no trabalho. E o iFood trabalha para mudar a precarização dessa modalidade e oferecer qualidade e direitos para seus colaboradores. E você pode apoiar a GIG economy e colaborar com a prestação de serviço tanto de entregadores como de estabelecimentos da sua região. O iFood possui mais de 170 mil entregadores espalhados pelo país e milhões de opções para delivery. Cadastre-se no iFood Benefícios e faça parte dessa rede! Saiba mais, clicando aqui.

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Por: iFood Benefícios

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