O design thinking para RH é uma abordagem do design integrada ao setor de Recursos Humanos para potencializar os resultados para a empresa.

Isto porque esta é uma maneira de encontrar soluções inovadoras e que estejam alinhadas à real necessidade de clientes ou colaboradores. Assim, é possível colocar as necessidades de pessoas que são fundamentais para o sucesso de uma organização no centro das atenções.

Quer saber mais sobre como funciona este processo? Então, continue a leitura! No blog de hoje, vamos falar sobre todas as etapas de aplicação do design thinking para RH.

O que é design thinking?

O termo design thinking, em tradução livre, se refere à “pensar como um designer”. Assim, está ligado à ideia de “pensar fora da caixa” e encontrar soluções inovadoras para atender às necessidades das pessoas envolvidas.

Dessa forma, o termo não pode ser considerado uma metodologia. Já que não oferece um método específico para ser seguido em todas as situações. Mas, sim uma abordagem. 

Isto porque a ideia se relaciona ao processo de estimular o pensamento crítico e criativo. Assim, é possível desenvolver insights colaborativos e transformadores para converter as limitações em diferenciais positivos e gerar valor para a empresa.

Nesse sentido, o objetivo do design thinking para RH é proporcionar soluções para desafios internos da organização. Para isso, as empresas buscam compreender todas as etapas envolvidas no processo analisado com o intuito de encontrar pontos de melhoria. 

A partir daí, é preciso adotar o “pensamento de designer” para desenvolver produtos, processos ou estratégias que possam otimizar a experiência das pessoas durante a realização destas atividades e garantir a gestão da qualidade dos procedimentos.

Etapas dessa metodologia

Como vimos, o design thinking para RH não se trata de uma fórmula precisa que possa ser aplicada em todas as situações. Por isso, esta é uma abordagem dividida em etapas para que se possa ter uma visão ampla de todos os processos.

Dessa forma, é possível trabalhar não uma solução imediata. Mas, uma mudança de atitude organizacional que irá ajudar empresas a solucionarem questões de curto prazo e evitarem novos desafios no futuro.

Para alcançar este resultado, o processo é estruturado em quatro etapas: imersão, ideação, prototipação e desenvolvimento. Saiba mais sobre cada uma delas a seguir.

1. Imersão

O primeiro passo para desenvolver uma estratégia de design thinking para RH é conhecer a fundo o cenário da empresa. Afinal, sem o conhecimento completo sobre os desafios enfrentados pela organização e pelas equipes, não há como desenvolver estratégias realmente eficazes.

Para isso, o melhor ponto de partida é realizar uma análise SWOT da empresa. Assim, é possível identificar forças, fraquezas, oportunidades e ameaças que permeiam a organização. O que oferece uma visão interna e externa dos principais desafios.

Além disso, é importante também considerar uma visão mais humana do processo. Por isso, vale investir em feedbacks de gestores e colaboradores para conhecer as dificuldades enfrentadas no dia a dia dos colaboradores.

2. Ideação

Se a primeira etapa é o momento de definir quais são os pontos mais críticos, a próxima etapa do design thinking para RH é iniciar o brainstorming de ideias que podem ser desenvolvidas para otimizar estes processos.

Neste ponto, o ideal é utilizar a metodologia canvas para organizar as ideias sobre um negócio. Assim, todo o time pode visualizar as estratégias propostas, avaliar a viabilidade de execução e indicar outros insights que possam ser trabalhados.

3. Prototipação

Uma vez eliminadas as ideias cujas execução são inviáveis dentro da empresa, é preciso decidir qual delas têm maior chance de sucesso. Afinal, escolher uma estratégia mais assertiva pode representar uma grande economia de tempo e recursos.

Por isso, o principal objetivo da etapa de prototipação é desenvolver protótipos das principais estratégias para encontrar a que melhor se adapta à realidade da organização. Seja uma versão beta, para o caso de produtos; ou uma representação gráfica, para o caso de serviços.

4. Desenvolvimento

Por fim, a última etapa deste processo é colocar em prática a estratégia que teve mais sucesso no período de prototipação. Para isso, é essencial apresentar esta solução aos clientes. Ou, no caso do design thinking para RH, aos colaboradores da empresa.

Nesta fase, é fundamental contar com o suporte da equipe de comunicação. Pois é importante que todos os envolvidos entendam completamente o objetivo dos novos processos ou produtos.

Entenda como adaptar o design thinking para o rh

Como vimos, aplicar o design thinking para RH pode representar um grande diferencial para os processos internos da organização. Mas, para alcançar os resultados esperados é importante adaptar alguns passos desta estratégia.

Confira três pontos para ficar atento antes de implementar esta abordagem na sua empresa.

Comunicação com a equipe

Em primeiro lugar, é importante lembrar que o design thinking é um processo colaborativo. Ou seja, é importante manter um canal de comunicação aberto com a equipe em todas as suas etapas. Desde o planejamento até a execução.

Isto porque apenas quem vive os desafios na prática poderá descrevê-los com precisão. E, mais do que isso, propor soluções eficientes para solucionar o problema de maneira mais assertiva e eficiente.

Empatia

Entretanto, não basta manter este canal de comunicação aberto. É preciso torná-lo um ambiente amigável para a participação de todos. Por isso, é fundamental ouvir com empatia as demandas dos colaboradores.

Dessa forma, é possível compreender a fundo os interesses e desafios enfrentados por estas pessoas. Encarando-os como um problema de toda a empresa e que demanda tanta atenção quanto a solicitação de um gestor.

Constância

Por fim, vale lembrar que a estratégia não acaba depois de implementada. É necessário realizar um acompanhamento constante dos indicadores de gestão para medir o sucesso do projeto e identificar novos pontos de melhoria.

Além do design thinking para RH, outra maneira para otimizar e garantir a eficiência dos processos é oferecer benefícios corporativos para incentivar a produtividade e a melhora do clima organizacional entre a equipe.
Para isso, nada melhor do que contar com o iFood Benefícios. O vale-refeição ou vale-alimentação do iFood. Um benefício pensado pela nossa empresa, para motivar o desenvolvimento da sua!

Gostou? Compartilhe!

Por: Larissa Trento Oliveira

Formada em Administração pela Universidade Federal do Espírito Santo, Larissa é BP no iFood há dois anos e tem paixão por trazer impacto diretamente no desenvolvimento de pessoas com sua profissão e, como consequência, agregar valor para o business. Mãe de pet de carteirinha, é amante de corrida e exercícios físicos, principalmente quando envolve passear com o Zeca, seu border collie. Larissa já atuou como BP do time iFood Colômbia, México, iFood Shop, Marketing e agora atua como ponto focal do RH para crescimento do iFood Benefícios.

Deixe seu comentário

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.